"As pessoas fazem a História, mas raramente se dão conta do que estão fazendo." (Christopher Lee)









A História em vídeos

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terça-feira, 29 de março de 2011

Um adeus poético a José Alencar

Epitáfio
Ainda correm lágrimas pelos
teus grisalhos, tristes cabelos,
na terra vã desintegrados,
em pequenas flores tornados.

Todos os dias estás vivo,
na soledade pensativa,
ó simples alma grave e pura,
livre de qualquer sepultura!

E não sou mais do que a menina
que a tua antiga sorte ensina.
E caminhamos de mão dada
pelas praias da madrugada.

Cecília Meireles, in 'Poemas (1942-1959)'














Adeus José Alencar!


Morreu hoje aos 79 anos o vice-presidente mais carismático que o Brasil já teve. Oriundo de uma família pobre, Alencar provou que é possível superar os obstáculos que a vida nos impõe com trabalho e otimismo!
Alencar deixará para sempre uma mensagem de coragem, esperança e amor pela vida!

Que os anjos o recebam de braços abertos!



quarta-feira, 23 de março de 2011

O Contador de Histórias



As turmas de aceleração tiveram a oportunidade de assistir ao maravilhoso filme: "O contador de histórias" e estão realizando uma redação sobre o filme. Estou gostando muito dos resultados. As redações  mostram que os alunos realmente apreenderam o sentido do filme e se sensibilizaram com a história de Roberto, que se parece com tantas histórias, ora vividas, ora conhecidas por eles. Estamos prontos para dar início ao trabalho com o Memorial!
Agora serão vocês  que contarão as suas memórias. Tenho certeza que iremos nos emocionar com a história de vida de vocês! Vamos começar?

O CONTADOR DE HISTÓRIAS




Roberto Carlos Ramos nasceu em uma favela de Belo Horizonte, era o filho caçula de uma família de dez irmãos. Aos seis anos de idade foi ‘escolhido’ pela mãe para ser interno em uma instituição oficial, a antiga FEBEM. Roberto logo aprendeu as leis da sobrevivência na instituição: conviveu com a violência, maus tratos e desprezo.  Aos 13 anos, ainda analfabeto, depois de mais de 100 tentativas de fuga, separado da família, Roberto é visto como ‘irrecuperável’. Até o dia em que a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros) aproxima-se de Roberto com duas expressões que jamais lhe foram dirigidas – ‘com licença’ e ‘por favor’. Este foi o começo de uma emocionante e bem-sucedida história de afeto e dedicação. Margherit deu a Roberto o que ele mais precisava: carinho e confiança. Hoje Roberto Carlos Ramos é formado em pedagogia e é considerado um dos melhores contadores de história do mundo. Depois de formado, voltou à instituição em que cresceu – mas como professor. E já adotou mais de 20 meninos de rua, muitos, de início, ‘irrecuperáveis’, como ele foi.

Trailer do fime


terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

CARNAVAL

 Influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa, o carnaval chegou ao Brasil por volta do século XVII . Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.  Os primeiros blocos carnavalescos começaram a aparecer  no final do século XIX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Pode estar ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
Com o passar do tempo, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Além dos carros alegóricos, as marchinhas carnavalescas deixavam o carnaval cada vez mais animado. Quem na nossa faixa-etária nunca dançou ao som de "olha a cabeleira do Zezé..." ou "se você pensa que cachaça é água..." Mas as marchinhas foram aos poucos dando lugar aos samba-enredo das escolas de samba e ao axé-music mega trio-elétricos.
Criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva, a primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar, transformando-se, anos mais tarde, na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Surgem novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo e começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

O espetáculo do Rio de Janeiro e São Paulo é realmente fabuloso, mas para mim, o melhor carnaval é o carnaval de rua, aquele em que as pessoas colocavam uma fantasia e saíam por aí, levando alegria e sonhos... Pena que esses blocos estão ficando cada vez mais raros... No centro-oeste então, nem se fala...
Assim, para muitos, resta assistir pela televisão aos diferentes carnavais: Rio, São Paulo, Olinda, Salvador e esperar a quarta-feira de cinzas onde todos, independente da classe social, voltam para a vida real.

Beijos, Eliene



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