"As pessoas fazem a História, mas raramente se dão conta do que estão fazendo." (Christopher Lee)









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domingo, 21 de novembro de 2010

CONSCIÊNCIA NEGRA


Em 20 de Novembro no Brasil comemoramos o Dia da Consciência Negra. Celebrada em todo o país, a data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.
Alguns temas de suma importância para a sociedade brasileira como a inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, a discriminação, o racismo e o preconceito, a autoestima negra são debatidos nesse dia, evidenciando a importância da mobilização e luta contra as desigualdades de oportunidades entre negros e brancos.
Pessoas que se destacaram na luta em favor do povo negro são lembradas e cultuadas como ícones de resistência ao preconceito e discriminação.
A data é também festiva! Em diversas regiões do país a cultura negra é relembrada e reverenciada como berço de toda a cultura brasileira.

Em sala de aula tivemos a oportunidade de conhecer diversas personalidades negras, pessoas ilustres, verdadeiros heróis, muitas vezes esquecidos pela nossa historiografia oficial.
Que tal falar um pouco aqui no blog sobre essas e tantas outras pessoas?
Inicio falando sobre um ator muito conhecido de todos: Lázaro Ramos, que além de excelente ator, leva sempre uma mensagem de igualdade racial em seus trabalhos. VALEU LÁZARO!









terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Proclamação da República: Uma visão crítica



A Proclamação da República marcou o fim do Império no Brasil após 67 anos. No imaginário popular está a imagem do marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892), como a figura central, o representante maior dos ideais de liberdade associados ao novo período. Entretanto, a instauração do novo modo de governo decorre de um processo histórico que desencadeou uma série de fatores que contribuíram para criar um cenário propício à República. Diversos fatores e agentes tiveram  importante função no gradativo enfraquecimento da Monarquia, dentre eles podemos citar abolição da escravidão, a oposição dos proprietários de terra, os desentendimentos entre D. Pedro e a Igreja Católica, dentre outros.

Em 14 de novembro de 1889, os republicanos fizeram circular o boato de que o governo imperial havia mandado prender Deodoro e o tenente-coronel Benjamin Constant, líder dos oficiais republicanos. O objetivo era instigar o marechal, um militar de prestígio, a comandar um golpe contra a monarquia. Deu certo: no dia 15, ele reuniu algumas tropas, que em seguida rumaram para o centro do Rio de Janeiro e depuseram os ministros de dom Pedro II.
O Imperador, que estava em Petrópolis, a 72 quilômetros do Rio de Janeiro, retornou para a capital na tentativa de formar um novo ministério. Mas, ao receber um comunicado dos golpistas informando sobre a proclamação da República e pedindo que deixasse o país, não ofereceu resistência e partiu para a Europa. Tamanho era o temor de que o Império pudesse ser restaurado que o banimento da família real durou décadas: apenas em 1921 os herdeiros diretos do imperador deposto foram finalmente autorizados a pisar em solo brasileiro.
No dia fatídico, Deodoro da Fonseca saiu de casa praticamente carregado por seus companheiros - o Marechal estava doente, com problemas respiratórios. Cavalgou quase a contragosto, ameaçado pela ideia de que o governo imperial, ao saber dos boatos sobre a proclamação, pretendesse reorganizar a Guarda Nacional e fortalecer a polícia do Rio de Janeiro para se contrapor ao Exército. Foi o republicano José do Patrocínio que, horas mais tarde, dirigiu-se à Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, presidindo o ato solene de proclamação da República. Deodoro, a essa altura, estaria em casa, possivelmente assinando a carta que chegaria a seu amigo pessoal, o imperador Pedro II, informando, com grande pesar, o banimento da família real.
(Texto adaptado da Revista Nova Escola- Disponivel no site: http://www.revistaescola.abril.com.br/)



José do Patrocínio (Uma das figuras mais importantes do movimento abolicionista do Brasil e participou da Proclamação da República)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chico Buarque e Pablo Milanés

Como sou fã de música cubana e amo de paixão o Chico Buarque, resolvi trazer hoje pra vocês essa brilhante parceria...

Pablo Milanés é um cantor, compositor e guitarrista cubano, que traduz em suas melodias toda a beleza da música cubana, além de um importante engajamento político.


"E quem garante que a história é uma carroça abandonada numa beira de estrada ou numa estação inglória? A história é um carro alegre, cheio de um povo contente que atropela indiferente todo aquele que a negue..."
(Chico Buarque e Pablo Milanés)



(Chico Buarque e Pablo Milanês)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

BOM DILMAS, BRASIL!!!


Ontem, dia 31 de outubro de 2010, os brasileiros elegeram a primeira mulher Presidente da República no Brasil: Dilma Vana Rousseff, foi eleita para o período de 2010 a 2014. Economista, ex-ministra de Minas e Energia e da Casa Civil do governo Lula, Dilma do PT atingiu 55,43% dos votos válidos.
A eleição de Dilma Rousseff é um marco político comemorado por diversas organizações sociais e movimentos feministas e mostra que é possível sim, que as mulheres tenham representação em diferentes espaços sociais e políticos, algo fundamental num país em que a participação de mulheres sempre foi inferior à masculina nos principais cargos de decisão. A partir da eleição de Dilma, espera-se novas ações no sentido de promover políticas públicas para mulheres que sofrem o preconceito de gênero, ainda latente em nosso país. .
A vitória de Dilma, a meu ver, é repleta de simbolismos e também reflete um outro avanço: Trata-se da sucessão de Lula , um ex-operário, de origem pobre e nordestino. Agora elegemos uma mulher. Isso mostra que o povo brasileiro está abrindo espaço para uma nova configuração de poder que não contemple apenas a elite política e patriarcal, tão característica do coronelismo. Na escolha do nosso representante maior, primeiro superamos o preconceito social e de origem e agora o preconceito de gênero. Um bom sinal para um país multicultural, multirracial e agora também, multifacetado.



Bom Dilmas, Brasil!!

Com muita esperança no coração de que o nosso país continue melhorando e dando atenção àqueles que  mais precisam!!

Abr@ços, Eliene





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